É com esta questão, que atrai muitos de nós, que o Caderno de Emprego da Folha de São Paulo de 26.09.10 inicia a matéria intitulada “Aumento salarial pede satisfação”.
Segundo Daniel Kahneman, ganhador do prêmio Nobel de economia, um estudo recente sugere que pessoas mais ricas "parecem ser menos hábeis para saborear as pequenas coisas da vida".
E você, trocaria um trabalho que o realizasse plenamente por um outro que oferecesse um contracheque polpudo?
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Permalink Responder até Joyce Moysés em 26 junho 2011 at 13:50
Cassia, tudo bem? Achei sua pergunta ótima. Acabo de lançar meu primeiro livro Mulheres de Sucesso Querem Poder... Amar (Editora Gente) em que questiono essa relação poder-salário-sala da diretoria x vida pessoal, amor, relações de afeto, tempo livre, felicidade.
Dentro do livro, registro um diálogo que tive com a Rita Monte em que alertamos para a importância de cada pessoal olhar para dentro e perguntar: "Qual é a minha verdade?"
beijo
Joyce Moysés
Permalink Responder até Ivinson Lima em 17 novembro 2011 at 11:18
Eu acho que não traz não...
Aprendi nesses poucos anos ( mais intensos ) que "não há nada mais frustrante na vida de uma pessoa que ser bem sucedida naquilo que não gosta de fazer...".
Esse pensamento me colocou diante de algumas questões interessantes...
Inclusive nessa busca que encontrei o novo olhar!
Abraços
Ivinson Lima
Permalink Responder até Cíntia Leite Pedrazzoli em 15 fevereiro 2012 at 12:27
Olá, Cássia, tudo bem?
Como a questão da Joyce "Qual é a minha verdade?", acredito que cada um tenha a sua, e estou a cada dia mais descobrindo que não faz parte da minha verdade ser mais importante conseguir mais dinheiro do que fazer algo que gosto.
Apesar disso, no geral, a "sociedade" ou "mente coletiva", tenta nos convencer de que uma pessoa bem sucedida é uma pessoa que ganha muito dinheiro.
Acho que o importante é que possamos trazer esta reflexão sempre, abrindo possibilidades tanto a nós mesmos, quanto aos demais, evitando que as pessoas se deixem levar somente por julgamentos ou opiniões externas, entrando cada vez mais em contato com o que têm dentro de si e buscando qual é a sua verdade, ao invés de aceitar imposições sociais.
"O que é importante para mim?" "O que me faz feliz?" "Qual é o propósito da minha vida?" são questões importantes que podem ajudar a alcançarmos nossa missão/objetivos.
Beijos,
Cíntia.
Permalink Responder até Thaíssa Rocha Proni em 4 junho 2012 at 11:13
Prezados todos e Cássia:
Essa pergunta que você colocou foi muito feliz. Hoje, mais do que nunca, as pessoas estão tomando consciência de seu papel no mundo do trabalho e discernindo melhor a respeito de dinheiro e satisfação.
Certamente o dinheiro importa, afinal de contas, basta nos perguntar se um premio milionário e inesperado nos tiraria de nosso atual trabalho.
Porém, a satisfação que se tem ao trabalhar supera a remuneração e aí eu entendo satisfação como: remuneração adequada, bom clima, colegas éticos, chefe inspirador e missão da empresa em alinhamento com seus valores pessoais.
Gostei bastante da resposta da Cíntia acima e acho que, em alguns momentos, todos nós já nos indagamos a respeito.
Abraços,
Thaíssa.
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